quarta-feira, 16 de março de 2011
Nunca Chame de Louca uma Mulher
Ela havia conseguido, chegou à meta mais difícil de alcançar em sua vida: esqueceu aquele caso complicado com o cara que era antes seu melhor amigo. Ainda era difícil vê-lo com outra, a garota com quem ele formava o casal perfeito, ela o fazia feliz e completo, não havia mais nada a ser feito ali.
Seguiu em frente com "No Pressure Over Capuccino" soando silenciosamente na exclusividade de seus pensamentos. No colo de Alanis Morissette poderia ser mulher o quanto quisesse sem ser apontada como uma doida varrida!
Quando conseguiu dançar, percebeu que conseguiria beber e chamou as amigas para uma noite anti-cafagestes. Ali começaria sua era. Pediu um caubói duplo para o atraente garçom e mandou um bilhete pedindo uma música ao belo e interessante músico lá no palco. Era "Crazy”, só pela semelhança do músico com Seal, ninguém conseguiria consolá-la com aquela música senão Alanis, mas já havia pedido dois caubóis para fazer exigências.
No dia seguinte não poderia faltar a Vernissage do melhor amigo, mas já era tarde demais para evitar a ressaca...já foram muito mais do que dois caubóis.
Manhã de sensação dejá-vù ,banho frio e café sem açúcar. Ainda era seu dever estar bela,só lhe caía bem uma camisa de força.
Nos corredores da galeria um real Dejá-vù: o “Seal” de véspera cantando e tocando calmamente uma música de nome eufórico:,”Crazy” outra vez.
Ela acabou indo jantar com o músico,se conheceram mais um pouco e ela foi apresentada aos seus amigos e amigas. Ela parecia ser perfeita para ele em algumas semanas.
Ele tão feliz por estar com ela,a apresentou à sua melhor amiga...
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hum, o fim veio como um tiro.
ResponderExcluir:D